Anatel acaba com obrigação de contratar provedor para acessar a Internet!

A Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel aprovou no final da tarde desta quinta (23) uma mudança que deve ter grande impacto no mercado brasileiro de provedores de Internet.

O novo regulamento de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), aprovado hoje pela agência, acaba com a obrigatoriedade de se contratar um provedor para acessar a Internet. Dessa forma, as teles poderão vender seus pacotes de conexão sem precisar incluir uma empresa que faça o "meio campo" para o usuário.

A mudança desagrada em cheio a Associação dos Provedores de Internet, que hoje publicou nos jornais de todo o País uma nota em que dizia temer justamente por essa decisão da agência reguladora.

Segundo Eduardo Parajo, presidente do Conselho Consultivo da Abranet, a aprovação do novo regulamento para o SCM (Serviço de Comunicação Multimídia) pode significar a eliminação do tratamento isonômico e o risco do desemprego de mais de 150 mil trabalhadores diretos e indiretos do setor, "sem prévio e necessário debate quanto a eliminação dos provedores".

A decisão não afeta, na prática, os usuários de operadoras de TV a cabo como a NET, que já ofereciam acesso sem necessidade de provedor. No entanto, na maior parte do País, ainda era necessário essa contratação.

"O novo regulamento permite que as empresas donas da infraestrutura, as empresas de telecomunicações, passem por cima dos 3,8 mil provedores de internet do Brasil e passem a oferecer diretamente, além do acesso banda larga, o serviço de conexão, que é responsável pela segurança e neutralidade da navegação", reclama a Abranet.

Segundo a entidade, esses provedores, além de colocarem os usuários efetivamente na rede, são responsáveis por cuidar, entre outras coisas, dos e-mails, da segurança dos serviços online e de todo o conteúdo.

"A Abranet entende que a mudança do regulamento pela Anatel, no que diz respeito ao serviço de conexão, representa um retrocesso em pleno momento em que o País discute no Congresso Nacional a criação de um Marco Civil da Internet. Entregar o serviço de conexão à internet às companhias telefônicas fere um ponto fundamental para a garantia, na prática, da chamada neutralidade das redes", diz a entidade.

"É uma competição desleal. Elas poderão praticar o preço que quiserem", diz ele.

Consultado pelo IDG Now!, um executivo de um grande portal também criticou a decisão. "Havia toda uma discussão dentro do Marco Civil, e aí vem a Anatel e atropela todo mundo", disse. Ele também disse que é provavelmente haverá contestação judicial, embora a medida já fosse esperada.

Atualização das regras
Já para o SindiTelebrasil, que representa as operadoras, a decisão é um avanço que "atualiza as regras estabelecidas há quase duas décadas, em que o acesso à internet se dava, exclusivamente, via linha telefônica. E essa atualização trará benefícios para o consumidor, que deixará de ser obrigado a contratar, de forma totalmente desnecessária, serviços de que ele não precisa", diz comunicado da entidade.

A entidade diz que atualmente, dos 100 milhões de acessos em banda larga no País, 78,7 milhões são de conexões em banda larga móvel, "segmento no qual o usuário nunca precisou contratar um terceiro para ter o serviço".

O SindiTelebrasil também atacou a associação dos provedores. "A Abranet faz a defesa da manutenção de regras tecnicamente desatualizadas e fora do contexto atual de exploração do serviço de acesso à internet, fazendo claramente a defesa de grupos econômicos em detrimento dos interesses da sociedade brasileira e dos internautas em geral", disse comunicado da entidade.

"No mundo da fibra e do 4G, internet discada é coisa do passado", diz a associação.
 
Por: Renato Rodrigues

Mercado de Segurança da Informação na América Latina.

O aumento da quantidade e da complexidade de ataques virtuais na América Latina tem impulsionado o mercado de segurança da informação na região, com destaque para Brasil, Colômbia e Peru.

Pesquisa divulgada pela Symantec revela que 42% das empresas da América Latina sofreram com algum tipo de perda de dados móveis em 2012. Realizada com 3.236 empresas de 29 países, o levantamento as dividiu em dois grupos principais: as companhias chamadas de "inovadoras", mais dispostas a adotarem novas tecnologias em seus negócios, e empresas "tradicionais", mais resistentes.

Entre as consideradas empresas "inovadoras", 84% delas estão implementando soluções de mobilidade imediatamente. Na América Latina, o número é de 32%. Entre os inovadores latinoamericanos, 56% afirmam que os benefícios trazidos pelas tecnologias móveis superam os riscos. Do lado das empresas tradicionais, 66% acreditam que os riscos não compensam.

Quando questionadas sobre quais perdas seriam em consequência de tecnologias mobile, 42% das empresas mencionaram a perda de dados, seja via empregados ou clientes. A perda de produtividade foi mencionada por 35% das empresas, e o aumento de custo, por 33%. Nesse aspecto, as empresas inovadoras tiveram em média duas vezes mais incidentes envolvendo tecnologias mobile, como perda de dispositivos e violações de dados, gerando multas e perda de receita.

Ainda assim, essas empresas afirmaram estarem obtendo um crescimento de receita quase 50% superior às tradicionais, e observam resultados positivos como aumento de produtividade, agilidade e aprimoramento no valor da marca.

Consultando outros mercados, a líder Cisco aumentou a receita com segurança de rede na América Latina em 11% no quarto trimestre de 2011, com cerca de 1/3 das receitas globais enquanto a Check Point, cresceu suas receitas em 19% no mesmo período.

Com tudo isso, a expectativa é de alto investimento por parte das empresas globais em suas operações na região, principalmente no mercado brasileiro, e pesquisas comprovam isso. No que tange aos investimentos no curto prazo, as principais tendências identificadas incluem forte demanda por criptografia de dados, oferta de soluções de segurança unificadas e a contratação de serviços de segurança gerenciada.

A pergunta agora é: compensa o investimento em recursos na América Latina, além do Brasil? Respondo: Segundo os números, sim!

Por Agnaldo Gonçalves, Gerente Nacional de Serviços da Arcon serviços gerenciados de segurança da informação.
 

Quatro dicas para se tornar um CIO!

Na semana passada, eu participei de um painel no Interop cujo título era “Então você quer ser um CIO”. Foi uma conversa muito estimulante com uma plateia bem engajada.

Eu espero que as dicas a seguir, que vêm além do que foi apresentado no evento e sim da minha experiência de anos na TI, sejam úteis para ajudar a planejar sua própria carreira.

1. Faça seus funcionários crescerem

O painel discutiu sobre as “habilidades de promoção” – que são características que os profissionais da TI têm que manter em seus caminhos. As mais importantes, na minha concepção, são as habilidades de comunicação e inteligência emocional. Você deve ser capaz de lidar e conversar sobre situações delicadas com seus clientes, mas da mesma maneira, você deve ser capaz de encorajar seus funcionários – e essas duas habilidades são muito importantes aqui.

Tenho observado que algumas pessoas novas em papéis de liderança sentem que precisam abandonar seu senso comum e usar um marcador de gado ao invés de atividades positiva baseadas em equipe. Há essa incrível mutação que transforma as pessoas decentes em uma forma de ditadores de suas comunidades. Liderança é sobre influência, e não total controle.

Acabei de terminar um livro excelente, o “Leaders Open Doors”, em que o autor Bill Treasurer discute dois tipos de líderes: “fillers” e “spillers”. Os spillers (do verbo “spill”, que quer dizer derramar em inglês) se aproximam do trabalho a partir de um ângulo negativo: o que me mantém acordado à noite? O que me deixa com medo? Os “fillers” (do verbo “fill”, que signiica preencher) têm uma abordagem do trabalho a partir de um ângulo positivo: o que me faz querer vir trabalhar na parte da manhã?

A partir tanto da minha experiência quanto a do autor, os “fillers” provocam profunda lealdade pelas pessoas que eles lideram. Já os “spillers” obtêm profundo ressentimento. Que grupo de funcionários que você acha que vai fazer um trabalho melhor? Note que eu não disse mais trabalho.

Eu não consigo enfatizar o quanto é importante ter um interesse genuíno no bem-estar de seus funcionários. No final da sessão de painel me perguntaram como um ex-funcionário de infraestrutura e segurança como eu deu um salto para CIO. Minha resposta: um dos meus maiores pontos fortes, revelado pela avaliação da personalidade StrengthsFinder de Tom Rath, é que eu realmente gosto de ajudar os outros obterem sucesso.

Como líder CIO ou outro líder de TI, você está vai destinar muito tempo para as carreiras de outras pessoas. É necessário investir em pessoas, bem como em tecnologia. Então, minha pergunta para você é, você gosta de ver outras pessoas terem sucesso? Se não, você deve considerar um outro objetivo em sua carreira.

2. Conheça bem o seu time

Durante o painel, discutimos o papel do CIO como uma ponte entre a tecnologia e os negócios em geral e como agente capaz de reduzir a complexidade. Às vezes você vai precisar desenvolver o seus funcionários, mas também é preciso ser sincero com eles, chamá-los quando estão sendo obstrucionistas ou quando não estão demonstrando interesse na empresa.

Outro livro que tem funcionado como uma espécie de farol para mim é o “Five Dysfunctions of a Team”, de Patrick Lencioni. O seu primeiro time será a quem você mais deve fidelidade. E, no caso de um CIO bem sucedido, a primeira equipe é a equipe de liderança executiva, e não a equipe de TI.

É doloroso ouvir e conversar sobre isso, porque um bom CIO gasta muito de seu tempo na evolução e crescimento do time. Mas primeiro, as primeiras coisas: os negócios irão prosperar se o time de TI prosperar.

3. Aplique políticas

Um membro da plateia perguntou se eu passo mais tempo com operações ou políticas e marketing, e eu percebi um ar de desdém em sua voz quando mencionou esse último.

Minha resposta: a política e a diplomacia são as alternativas para a guerra, por isso não subestime sua importância. Todo CIO deve reconhecer a política como algo necessário. E há uma grande diferença entre traições políticas e diplomatas interessadas ​​resultados de ganhos.

Marketing e PR são importantes. Quem você quer que conte a história de sua organização: a TI ou outra pessoa? E como qualquer organização, comercial ou interna, como você quer angariar apoio para um produto ou serviço? Através do marketing e das relações públicas.

Enquanto estamos todos conscientes dos aspectos negativos, meus mentores CIOs bem-sucedidos colocaram na minha cabeça que você precisa comunicar o valor (marketing) e contar a sua história (PR). Quanto tempo você vai precisar gastar com essas coisas irá depender da sua organização, mas eu garanto que não vai ser zero.

4. Incentive a quebra das regras

O nosso painel de discussão voltou-se para a inovação, e alguém comentou que o pessoal de TI que têm uma baixa tolerância ao risco. Concordo, até certo ponto.

Os profissionais de TI tendem a ter uma baixa tolerância aos riscos que eles não entendem completamente? Eu destaquei que a TI assume riscos o tempo todo. Toda vez que alguém corrige um servidor, atualiza firmware ou outros processos que alterar um sistema de trabalho, é como uma cirurgia. Você utiliza toda a sua experiência para tomar todas as precauções necessárias, mas há sempre uma chance das coisas darem errado. Nada de bom acontece sem que tenhamos que correr riscos, e isso vale tanto para a tecnologia como para o mundo dos negócios.

Um dos riscos que o pessoal de TI não assume frequentemente consiste em funcionar fora da cadeia de comando, também conhecido como ‘pedir perdão, não permissão’. Grandes inovações podem sair de quando as regras são quebradas, porque sem o olhar frio da alta gerência a equipe estará mais propensa a dizer, independente da situação, ‘vamos tentar algo novo e ver o que acontece’.

Ninguém quer falhar em alguma coisa enquanto supervisiona a gestão. Algumas das realizações mais notáveis ​​da minha equipe surgiram em momentos fora do padrão. A FedEx chama isso de “pouco eu”, as inovações que acontecem de baixo para cima (em oposição ao “grande eu”, que vem de laboratórios e programas estruturados e formais).

Criar um ambiente em que a liderança seja tolerante à tomada de riscos, em que as pessoas trabalhem não se sintam como em uma lista de sentença de gerenciamento de projetos.
 
por Jonathan Feldman | InformationWeek EUA
 

OpenVOIP - Ligando empresas

Hoje sabemos que a telefonia VOIP nas empresas é muito econômica. Porém quando uma empresa necessita comunicar com outra, normalmente existem dois métodos, ou por e-mail ou por telefonia pública (PSTN). O custo com a comunicação por e-mail é muito baixa, mas utilizando a rede pública de telefonia normalmente o custo é muito alto.

Dai nos perguntamos, por que o custo da comunicação por e-mail é tão eficiente e o custo é mais baixo? Abaixo segue os principais motivos:
  • Todas empresas que utilizam e-mail estão conectado na internet, seja utilizando uma banda maior ou menor de conexão, mas independente da quantidade de tempo para utiliza-la.
  • Todas empresas possuem um servidor de e-mail exclusivo para essa comunicação, tanto para comunicação interna quanto comunicação externa.
  • Duas empresas podem se comunicar independente se outros servidores de e-mail estão com problemas.

Novamente nos perguntamos, por que o custo da comunicação por telefonia publica é tão alta?
 
  • Toda empresa que utiliza telefonia pública tem que pagar para ter uma linha e pagar para falar com outro telefone. Quanto mais distante, mais caro é.
  • Toda empresa é dependente da infra estruturas das principais companhias de telefonia, pagando o valor que essas companhias quiserem, com poucas alternativas de fornecedores.

Outra pergunta, existe uma forma de economizar com telefonia?

A resposta é sim, utilizando VOIP. Uma empresa pode comunicar com a sua filial ou com seus diretores a custo zero em relação a telefonia. Mas normalmente essa tecnologia é utilizada somente internamente.

Por que essa tecnologia VOIP, é tão econômica e as empresas ainda utilizam a telefonia pública para se comunicar externamente? Porque as empresa não tem um sistema exclusivo para fazer a comunicação VOIP que seguem um mesmo padrão, da mesma forma que existe a comunicação por e-mail.

O OpenVOIP é uma solução Open Source para que empresas possam ter um padrão de comunicação VOIP. Para entendermos como ela funciona segue abaixo algumas figuras com as suas explicações:
 

Figura 01
 
Na Figura 1 é mostrado de forma resumida como é feita a comunicação utilizando a rede PSTN.
 
 Figura 02


Na Figura 2 é mostrado de forma resumida como é utilizado a telefonia VOIP nas empresa e como é feita a comunicação de uma empresa com outra utilizando a rede PSTN.
 
 Figura 03
 
Na Figura 3 é mostrado de forma resumida como é utilizado a internet para fazer a comunicação dos servidores de e-mails. Quando é enviado um e-mail de um servidor para outro, primeiramente é feita uma consulta DNS para saber qual o endereço ip dos servidores MX.
 
 
Figura 04

Na Figura 4 é mostrado de forma resumida como poderia ficar a comunicação híbrida utilizando a rede PSTN e a tecnologia VOIP para que as empresas se comuniquem.
Figura 05

Na Figura 5 é mostrado de forma detalhada como deve ser a utilização do sistema OpenVOIP para que empresas se comuniquem utilizando a tecnologia VOIP.


Situação 1
  • O ramal "ramal-jose" do domínio "dominio-a.com.br" solicita o servidor OpenVOIP fazer uma ligação para o ramal "ramal-maria" do dominio "dominio-b.com.br"
  • O servidor OpenVOIP faz uma consulta ao servidor DNS para saber qual o endereço do servidor VOIP do domínio "dominio-b.com.br".
  • O servidor DNS pesquisa no "dominio-b.com.br" todas as entradas TXT e envia para o servidor OpenVOIP
  • O servidor OpenVOIP localiza entre os registros TXT enviados pelo servidor DNS a entrada que possui o registro "voip=". Assim faz uma comunicação com o outro servidor VOIP (177.131.5.251) solicitando contato com o ramal "ramal-maria".
  • O outro servidor VOIP localiza o ramal "ramal-maria"
  • O ramal "ramal-maria" responde o contato e a conexão é estabelecida

Situação 2
  • O ramal "ramal-jose" do domínio "dominio-a.com.br" solicita o servidor OpenVOIP fazer uma ligação para o número "3732612222"
  • O servidor OpenVOIP faz uma consulta ao servidor WEB (www.openvoip.com.br) para saber qual o ramal e endereço do outro servidor VOIP.
  • O servidor WEB pesquisa no banco de dados interno o redirecionamento do número "3732612222" e responde o ramal e ip do outro servidor VOIP.
  • O servidor OpenVOIP separa o ramal do ip e faz uma comunicação com o outro servidor VOIP (177.131.5.251) solicitando contato com o ramal "ramal-maria".
  • O outro servidor VOIP localiza o ramal "ramal-maria"
  • O ramal "ramal-maria" responde o contato e a conexão é estabelecida

Infra-Estrutura
  • VMware Player (Máquina virtual)
  • Linux SliTaz (Sistema operacional Linux)
  • Asterisk (Servidor VOIP)
  • Registro.br (Servidor DNS)
  • Zoiper (Cliente VOIP)

Servidor

Instalação
 
VMware 
  • Baixe o VMware e instale normalmente (next - next - next - finish).
  • Crie uma máquina virtual com HD IDE de 1GB e 256MB de RAM
  • Dê boot na iso do slitaz.iso

SliTaz
  • Ao iniciar o boot selecione o idioma "en_US" e teclado "br-abnt2". Esse idioma deve ser selecionado senão não conseguiremos instalar o sistema operacional no HD.
  • Vá no painel de configuração. Por padrão a senha do usuário root é "root"
  • Selecione "Install" e execute o Gparted para particionar o disco.
  • No particionamento do disco pode criar uma partição ext4 com o tamanho máximo do disco.
  • Depois de particionado, voltando a instalação marque as opções necessárias inclusive o Grub.
  • Pronto. O linux esta instalado. Reinicie e configure a rede no mesmo painel de configuração.

PS.: Algumas dicas:
Reiniciar: reboot
Desligar: poweroff
Reiniciar configuração de rede: /etc/init.d/network
Reiniciar firewall: /etc/init.d/firewall restart
OpenVOIP
  • Descompacte o arquivo (tar -vzxf openvoip-20130505.tar.gz).
  • Entre no diretório criado (openvoip) e execute o install.sh (sh install.sh).
  • Nesse momento serão baixado todas as dependências (firewall, asterisk, openssh, php), configurado o asterisk e o firewall.
  • Após feito a instalação acesse o arquivo "/etc/asterisk/sip.conf" e veja qual a senha da conta "contato" para ser configurado no cliente VOIP.
Zoiper

  • Instale o cliente VOIP Zoiper e configure a conta "contato".
DNS

  • No domínio DNS crie uma entrada TXT com os seguites dados: voip=ip Ex.: voip=177.123.123.1 ou voip=servidor.no-ip.info

Links
Caso alguém queira ajudar no projeto, seja apenas utilizando, testando, divulgando ou fazendo melhorias, acesse o site "www.openvoip.com.br", baixe e faça a instalação do sistema OpenVOIP.
 
Sílvio Garbes Lara 
Especialista em Desenvolvimento de Sistemas para Web - IEC PUC MG 
Bacharel em Sistemas de Informação - PUC MG 
Linux Red Hat Certified System Administrator (RHCT e RHCSA) 
IPv6 Certified Sage (Hurricane Eletric)
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