BrOffice Para Leigos!!!

Lançado o livro LibreOffice Para Leigos

Desde o final do ano passado, estava escrevendo o livro, aproveitando as férias de janeiro e momentos de folga durante a semana e finais de semana. Mas finalmente ficou pronto minha primeira obra, LibreOffice Para Leigos.

Enquanto estava escrevendo o livro, ocorreram diversas alterações como a logomarca, mudança do nome, lançamento de versões e extinção da ONG, mas depois de algumas correções e diagramação, segue o link para vocẽs fazerem download.

http://goo.gl/SqxRu

Peço também que a comunidade, se encontrar erros, reporte para meu email, klaibson@gmail.com

Me adicionem também no twitter: @klaibsonn e facebook: klaibsonn

Boa leitura.

Fonte: http://www.brofficeparaleigos.org/

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Agora o BrOffice chama-se LibreOffice


A comunidade brasileira de software livre tem o orgulho de anunciar que o produto BrOffice passará a se chamar LibreOffice, que conta com uma comunidade internacional da qual, nós, voluntários brasileiros, somos ativos participantes e colaboradores.

O pacote de escritório BrOffice ainda permanecerá com este nome na versão 3.3.x, tendo o nome substituído definitivamente a partir das versões 3.4.x. Já os demais projetos desenvolvidos pela comunidade brasileira, como portal, listas de discussão, revista, entre muitas outras iniciativas, já passam a adotar o nome “LibreOffice” em todos seus trabalhos.

O projeto é mantido pelos milhares de desenvolvedores ao redor do planeta que optaram por seguir este caminho mais livre para o desenvolvimento a pleno vapor, respeitando a meritocracia e a liberdade. O amadurecimento e crescimento deste incrível pacote de escritório livre, multi-idiomas e multiplataformas pode ser comprovado pela rápida evolução comparado ao seu predecessor, o OpenOffice.org, trazendo ainda mais tranquilidade e segurança para todos os nossos usuários.

Leia mais


Atenciosamente,

Luiz Oliveira
Comunicação LibreOffice Brasil


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LibreOffice, mais uma alternativa open source ao Microsoft Office

  Helito Bijora Para o TechTudo:
Em ambientes de produção, é impossível viver sem uma suíte de aplicativos para escritório — afinal, não da para formatar um texto mais elaborado no bloco de notas do Windows ou no editor de textos do Mac. Além do Microsoft Office, o mais usado do mundo, existem alguns concorrentes que se destacam, como o iWork, da Apple, OpenOffice.org e IBM Lotus Symphony.
Essa semana os usuários de Windows, Linux e Mac OS ganharam mais uma alternativa: estamos falando do LibreOffice. Open source e compatível com os principais sistemas do mercado, o LibreOffice promete ser um substituto completo para a suíte de programas da Microsoft.

Se você já usou o OpenOffice.org (ou BrOffice.org, como é conhecido no Brasil por razões comerciais), vai achar o LibreOffice bastante familiar. Na verdade, se você baixá-lo do site brasileiro, talvez nem note a mudança. Isso porque a suíte passa a se chamar apenas BrOffice (sem o .org) por aqui.

O que aconteceu foi uma alteração nos bastidores do programa. Os desenvolvedores do OpenOffice.org/BrOffice.org romperam com a Oracle, empresa que herdou o projeto com a compra da Sun, e fundaram a comunidade The Document Foundation. Como o registro da marca antiga pertence a Oracle, eles foram obrigados a relançar o produto com outro nome. Apenas no Brasil o nome permanece praticamente o mesmo.


O LibreOffice/BrOffice conta com editor de texto, planilha de cálculo, editor de desenho, banco de dados, programa para criação de slides, entre outras ferramentas. Um dos maiores diferenciais da suíte é a relação custo-benefício. Enquanto a versão mais básica do Microsoft Office 2010 não sai por menos de R$ 200, o LibreOffice é open source e totalmente gratuito.

Mas não se engane: o Office da Microsoft conta com uma infinidade de recursos não disponíveis na alternativa livre e pode não agradar alguns usuários, em especial os que necessitam de ferramentas mais avançadas. Se você pretende migrar, o melhor que tem a fazer é testar o LibreOffice e tentar se adaptar antes de remover o Microsoft Office do seu computador.
Fonte: http://www.techtudo.com.br
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O que eu aprendi com o Linux

Minha foto

Autor: Gabriel Cadete

Quando criança, almejava ser pedreiro, mas tive meus sonhos destruídos pelos livros que li. Jornalista, blogueiro, DJ e orgulhoso, sou viciado em drogas legalizadas e ainda compro CDs. Já fui balconista de locadora de filmes e produtor de TV universitária. No meio de muito trabalho, tento terminar de escrever meu primeiro livro.
 
 
 
Ou "Anedotas do Windows"

Já reparou que no Brasil até nome de coisa tecnológica é terceiro mundista? A galera no Maranhão tem projetos espaciais super legais, mas nada pode chamar Apollo, Starsix, Cybertud; tem que chamar Arara Azul, Saci Perêre, Aimoré. É assim que me sentia no Linux, no fim do mundo.

Confesso que quando a empresa resolveu trocar o sistema operacional de todos os computadores, tremi. Fui enrolando, trocando de lugar para ser o último da fila mas não teve jeito. Foram lá, me tiraram o Windows e instalaram uma coisa muita da maluca chamada Linux. Tudo é diferente no Linux. Não é Word, é BR Office, por exemplo. Sempre tenho preconceito com nomes assim.

É código aberto, é copyleft, é coisa e tal. Tudo bem, seus nerds, eu sei. Mas e daí? A barra de ferramentas está no lugar errado, tudo parece pesado e é laranja e que porra de pássaro esquisito é esse no papel de parede? Com o tempo, fui mudando o que podia ser mudado e me adaptando com o que não podia. Superei os nomes estranhos, os programas genéricos e ia me adaptando bem a eles.

Alguns dias atrás, veio a notícia:

- Gabriel, você deve deixar o Linux para trás. Ele não mais faz parte do seu trabalho. Eu sou seu pai.

Ok, tirando a parte da paternidade, a frase está certa. Voltaríamos ao Windows. Deixaria o Linux para trás, depois de tantos protestos abafados há mais de um ano. Por fora, ora comemorava, ora me fazia de desinteressado mas, por dentro, não queria voltar.

Não fui eu quem se adaptou ao Linux. O sistema operacional, outrora chamado de genérico, é que se adaptou às minhas necessidades. Mas voltar para o Windows, tudo bem, não seria o fim do mundo. Passada uma hora, enquanto eu recolocava pastas e favoritos no lugar, o Windows travou. Seria o primeiro – do já esquecido de tão inútil – control + alt + delete em anos. Algumas horas depois, vi que um documento importante havia sumido; culpa do Windows. Fiquei puto, mas o incidente gerou algumas piadas ao redor; risos dos não-afetados pelo problema.

Então elaborei uma teoria e, digamos, aprendi a lição. O Linux é o competente modelo. Não faz mais do que a obrigação de funcionar bem. Por isso mesmo, é pouco lembrado e pouco valorizado por aqueles que nunca interagiram com ele. Já o Windows, que dá erro pra caramba, é super conhecido, o piadista folgado, que faz o mesmo trabalho. Mas faz com um layout mais bonitinho e moderninho, de uma maneira menos estressada, chamando atenção e ganhando notoriedade.
 
Fonte:  http://brave-new-word.blogspot.com
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GSI participa de reunião do Subcomitê de Segurança da Informação do Sistema Eletrobras

Com o objetivo de apoiar e auxiliar a elaboração de diretrizes de segurança da informação para o sistema Eletrobras, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR) participou, no dia 24 de fevereiro, da reunião do Subcomitê de Segurança da Informação do Cotise - Comitê de Tecnologia da Informação, Automação e Telecomunicação da Eletrobras.

Na oportunidade, o Diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações do GSI (DSIC/GSIPR) apresentou ao grupo as atribuições e atividades que o órgão realiza para proporcionar maior segurança às informações que trafegam nas grandes redes de governo.

Fonte: http://dsic.planalto.gov.br/
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Fundação Vodafone Portugal apoiou mais de 60 projectos em dez anos

A Fundação Vodafone Portugal apoiou mais de 60 projectos em áreas como o Ambiente, Educação e Cultura, Investigação Científica, Novas Tecnologias de Informação, Saúde e Segurança, nos seus dez primeiros anos de existência. Entidades como o Ministério da Administração Interna, Direcção Geral da Autoridade Marítima, Instituto de Socorros a Náufragos, Casa Fernando Pessoa, câmaras municipais, hospitais e diversas universidades foram alguns dos parceiros escolhidos para levarem a cabo a maior parte destes projectos.

Ao todo, foram investidos cerca de 14 milhões de euros em projectos de reconhecida utilidade pública. Entre eles, destacam-se, na área da Segurança, o programa Praia Saudável, criado com o intuito de promover a segurança, a acessibilidade e a protecção do ambiente em mais de 150 zonas balneares. No Ambiente, entre os inúmeros projectos, destaca-se o projecto Floresta + Verde, um programa pioneiro de prevenção, detecção e combate a fogos florestais. E, na Saúde, o Sistema de Monitorização Remota de Epilepsia Pediátrica, concebido para aumentar o número e a taxa de sucesso das intervenções cirúrgicas em crianças com epilepsia.

Mais do que um simples contributo financeiro, o apoio prestado pela Fundação Vodafone Portugal aos projectos passa pelo acompanhamento a nível de planeamento, concretização e divulgação, garantindo a sua eficácia e o seu sucesso.

Numa década, a Fundação Vodafone Portugal promoveu várias iniciativas de investigação científica e tecnológica, de formação e de qualificação profissional no sector das telecomunicações e tecnologias de informação, fornecendo apoio a projectos especiais de integração social, bem como de promoção de conteúdos em Língua Portuguesa na Internet.

A instituição, sem fins lucrativos, tem sido fundamental na estratégia de Responsabilidade Social da Vodafone Portugal. Com um papel activo na promoção, apoio e realização de múltiplas iniciativas, tem contribuído para acelerar o desenvolvimento da Sociedade de Informação, combater a info-exclusão e difundir as tecnologias de Telecomunicações Móveis.

Fonte: http://www.rostos.pt
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Brasil tem queda no número de crimes virtuais!!!

Boa notícia para nós brasileiros. Um estudo da empresa de segurança da informação Symantec revelou que o país teve queda no número de atividades maliciosas na internet. De terceiro caímos para a quarta posição no ranking mundial, liderado pelos Estados Unidos.

De acordo com a empresa, 5% dos crimes virtuais no mundo são praticados no Brasil. Em 2009, esse número era de 6%.

Fonte: http://extra.globo.com
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O segredo profissional no contrato de trabalho

Quando a segurança empresarial exige mais que confiança e bom senso.


Inicialmente, é necessário distinguir “sigilo” de “segredo” profissional, para definir a terminologia correta. O primeiro trata de dever ético imposto àquele que vier a ter ciência de algum segredo, no exercício de sua profissão. Já o segundo, reside no fato de que se teve acesso a informação, em razão do exercício de sua profissão ou cargo ocupado, que não pode ser revelado a outrem.

Assim, abordaremos o dever do segredo profissional no contrato de trabalho.

O processo econômico de globalização e o avançado desenvolvimento tecnológico acirraram a competitividade entre as empresas. O que antes era considerado detalhe passou a ser fundamental para o negócio empresarial, a ponto de hoje, ninguém mais contestar a importância de se manter em sigilo segredos, técnicas utilizadas, estratégias e know-how, fatores que os empregados acabam conhecendo durante a vigência do contrato de trabalho.

A obrigação em manter segredo e confidencialidade quanto às informações de qualquer natureza, obtidas no desempenho de suas funções, especialmente aquelas ligadas a fórmulas e invenções nos produtos industrializados ou comercializados pela empresa, é inerente a qualquer funcionário, constando ou não de forma expressa em seu contrato de trabalho.

A legislação brasileira trata deste tema em duas oportunidades, trazendo consigo implicações criminais e trabalhistas.

O Código Penal, em seu artigo 154, dispõe que revelar a alguém, sem justo motivo, segredo, de que tem ciência em razão de função, ministério, ofício ou profissão e cuja revelação possa produzir dano a outrem, poderá ensejar pena de detenção de três meses a um ano ou multa.
 
Por outro lado, no âmbito trabalhista, o artigo 482, da CLT, que trata dos motivos autorizadores da demissão por justa causa, traz de forma expressa e destacada a hipótese de violação de segredo da empresa.

Em ambas as hipóteses, seja criminal ou trabalhista, não só o prejuízo efetivo, como o remoto ou provável, se inserem como caracterizadores dos fatos, atos ou coisas que não devem ser revelados.

Não é necessário, portanto, que este segredo seja expressamente declarado como tal. Ou seja, a empresa não precisa avisar o funcionário o que é, e o que não é segredo, cabendo a este interpretar pelo bom senso. Na dúvida, é melhor evitar sua divulgação.

Outro ponto que merece destaque é a forma pela qual pode ocorrer a violação de um segredo. Pode ser sem revelação, ou seja, quando o funcionário se utiliza do segredo para si próprio, montando negócio ou copiando o produto e revendendo. Ou com revelação, situação em que transmite para outra pessoa uma fórmula, método de atuação, revela a concretização de uma negociação, etc.

Mas o que fazer se aquele que tem conhecimento do segredo, já não pertence ao quadro de funcionários?

A solução mais acertada é a chamada “quarentena”, utilizando-se medidas de natureza jurídica, que visam preservar as informações sigilosas e os contratos comerciais pertencentes ao antigo empregador, para que não sejam repassados.

Durante esse período, o ex-funcionário se compromete - mediante competente instrumento firmado - a não divulgar segredos da empresa e, principalmente, a não trabalhar para outra empresa ou exercer, por conta própria, o mesmo ramo de atividade de seu ex-empregador por determinado período ou, até, por período indeterminado. Essa quarentena forçada é, normalmente, remunerada, como forma de indenizar o trabalhador.

Questiona-se a constitucionalidade da quarentena, sob a alegação de que ela fere o inciso XIII do artigo 5º da Constituição Federal, uma vez que é assegurado o livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, posto que inexiste lei específica para esse fim.

Mas a quarentena é aceita com menor risco quando há indicação do seu prazo de validade e a remuneração do respectivo período ao ex-trabalhador.

Outra questão que surge é como responsabilizar este ex-funcionário, se não há como aplicar-lhe a justa causa?

Como visto anteriormente, é perfeitamente cabível inserir a quebra do segredo profissional na esfera criminal, pois esta não está atrelada ao vínculo empregatício. Inobstante a isto, admite-se a responsabilização do ex-funcionário por perdas e danos ao ex-empregador (artigo 927 e seguintes do Código Civil).

Verifica-se, desta forma, que é possível estabelecer a cláusula de quarentena por prazo determinado e mediante remuneração, pois seu fundamento repousa na garantia de que a empresa não fique exposta a uma possível concorrência desleal e à quebra do segredo de seu ex-empregado.

A fim de minimizar os riscos, é prudente repassar aos funcionários, para ciência e assinatura, os termos de compromisso, para que estes tenham conhecimento dos riscos e da responsabilidade envolvidas em suas atividades, cabendo à empresa avaliar a necessidade ou não de se adotar esta cautela, bem como os cargos ou funções que merecem maior atenção nesse sentido.

Camila Stocco
Estagiária
André Luís Silva de Castro Nogueira Neto
Advogado

Fonte: http://www.ferreirapires.com.br.
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BRASIL e PLC na conexão à internet em rede elétrica

As conexões de computadores em rede por meio de cabos e via wireless são bem conhecidas e discutidas atualmente. No entanto, há uma “nova” alternativa, o PLC (Power Line Communication).O PLC é estudado no Brasil desde 2001 que utiliza a infra-estrutura dos fios de rede elétrica para trafegar sinais de telecomunicações.




Como a frequência desses sinais é da ordem de MHz, e a energia elétrica trafega na faixa de Hz, os dois sinais podem conviver no mesmo meio físico, portanto, esta tecnologia não depende que exista energia elétrica, somente o meio físico.

O PLC usa uma faixa de frequência menor para a realização da gestão da rede de energia elétrica, como medição remota, automação, corte-religa, entre outros. Para o usuário se conectar a esta faixa, precisará de um módulo de PLC conectado na tomada e no computador.


O PLC na Europa, também conhecido como “HomePlug” nos Estados Unidos, também pode ser utilizado para conectar desktops, equipamentos de som e outros eletroeletrônicos em rede.



Os módulos PLC prevêem estabelecer a conexão com cabos USB e Ethernet na conexão e configuração automática. O processo é o semelhante ao da criação de uma rede por meio de energia elétrica por wireless.

As incertezas na tecnologia do PLC, como os componentes relacionados com a eficiência do acoplador que realiza o ‘bypass’ do transformador (transportando o sinal de internet diretamente, enquanto a energia passa por indução de média para baixa tensão), o seu preço, e a falta de uma definição do IEEE (organização mundial de define padrões de conectividade) sobre a tecnologia apontando especificações sobre a camada física e o ‘medium access control’ para tal funcionar com freqüência abaixo de 100 MHz, que promete velocidade de 2 GB/s em situações de pico, afetam na evolução e implantação deste sistema de compartilhamento de internet banda larga via rede elétrica.

Conexão legal à internet via rede elétrica
O uso da rede elétrica para a oferta de banda larga está mais próximo de se tornar realidade no Brasil, já que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) colocou em consulta pública as regras para a implementação do serviço.

Visto que a falta de uma definição na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) sobre a freqüência que poderá ser usada no Brasil sem interferir em outras, como de rádio-amadores ou zonas de comunicação exclusivas das Forças Armadas.

A conexão à internet por meio de rede elétrica ainda não está disponível no País e tem sido testada por empresas como Eletropaulo Telecom, em São Paulo, Light no Rio de Janeiro, Copel no Paraná e Celg (Companhia Energética de Goiás), sem previsão de conclusão.

Com relação ao custo, acredita-se que o serviço de acesso à internet será compatível com as tecnologias existentes, e concorre com as conexões em banda larga por cabo, ADSL e Wi-Fi.

Novo cenário para as telecomunicações

A chegada da internet banda larga pela rede elétrica utilizando os chamandos PLCs, traz para o mercado as redes A2A e cria um novo cenário de telecomunicações no Brasil.

As concessionárias de energia criaram subsidiárias de telecomunicações, investindo milhões para passar um backbone de cabos de fibra ótica de centenas de quilômetros por boa parte de seus estados de atuação, sejam eles Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro ou São Paulo.

O fato é que ao fazer isso, essas companhias criaram a base de uma rede multisserviço apoiada em duas infra-estruturas (elétrica e ótica) que podem transportar ofertas como acesso à internet em banda larga, mas também serviços de telefonia, vigilância de segurança, telemedicina, IPTV e outros. Rede que será acessível pelos mais diversos equipamentos, sejam computadores, câmeras ou outros gadgets que precisarão apenas ser conectados na tomada.

E o PLC é a ponta-de-lança desse movimento. Tanto que as companhias de energia elétrica no Brasil estão inaugurando novos projetos da tecnologia que começou a ser investigada em 1999.

Companhias adeptas a banda larga pela rede elétrica

A Copel (Companhia de Energia Elétrica do Paraná), é uma das concessionárias que já tem um piloto em PLC, que está operacional até o final de 2007, atendendo a 300 consumidores curitibanos.

A Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) estuda o uso de PLC para que a sua subsidiária de televisão a cabo Way TV transmita o sinal televisivo pela rede de energia já no início de 2008.

A Celg (Companhia Energética de Goiás), garantia que a oferta comercial para clientes corporativos e consumidores finais disponibilizada até meados de 2008.

*Fontes:
http://idgnow.uol.com.br/telecom/2006/11/03
http://computerworld.uol.com.br/telecomunicacoes



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Linux Foundation se diz vencedora da guerra contra a Microsoft

Por NetworkWorld/EUA

Segundo o diretor da organização, Jim Zemlin, vitória ocorreu em quase todas as frentes, exceto na área de sistemas operacionais para desktops.

Duas décadas depois de Linus Torvalds desenvolver o kernel do famoso sistema operacional Linux, a guerra entre Microsoft e Linux chega ao fim. Para o diretor da Linux Foundation Jim Zemlin, o vencedor tem nome: Linux.

“Com exceção do caso dos sistemas operacionais para desktop, o Linux ganhou em todas as frentes, incluindo computação móvel e sistemas para servidores”, argumenta Zemlin.

“Acho que podemos parar de nos preocupar com a Microsoft. Sim, eles foram nossos concorrentes por muito tempo. Mas agora, brigar com a Microsoft equivale a chutar um cachorro atropelado”, conclui o executivo.

Zemlin continua a análise ao afirmar que as ações da Microsoft não mostraram grande valorização ao longa de última década, ao passo que os papéis da Red Hat, um importante representante da família Linux, dispararam. Segundo o executivo, o Linux está em toda parte.

“Acho que o vigésimo aniversário serve para nos lembrarmos de nossas origens”, disse Zemlin, em entrevista à LinuxWord. “De experimento para projetos de faculdade, nos anos 90, a algo que é executado em 70% de todos os dispositivos e é responsável por gerar boa parte do tráfego de Internet” - assim Zemlin descreve o Linux.

Ausência
O Windows ainda roda em nove entre cada dez computadores pessoais tradicionais. Os 10% restantes são divididos entre os sistemas Linux e Macintosh. Zemlin concorda com a colocação de que a ausência do Linux em computadores pessoais é frustrante para muitos. “Por outro lado”, diz, “a importância do PC tradicional diminui, ao passo que outros dispositivos munidos de Linux e usados principalmente no acesso à web aumentam sua presença".

Se você acha que isso é uma declaração feita sob medida para anunciar o sucesso do Linux em sistemas móveis, acertou. De acordo com o IDC, a possibilidade de o sistema móvel da Microsoft, o Windows Phone 7, vencer a disputa com o iOS da Apple é bastante real. Essa invertida de participação no mercado está prevista para acontecer até 2015.

Quando mencionamos essa previsão para Zemlin, a reação do executivo foi de difícil definição, mas ficou entre o histerismo e o riso incontroláveis. Foi possível ouvir o executivo exclamar: "Meu Deus, Steve Jobs! Ações da Apple em baixa!"

Para Zemlin, à medida que as pessoas se afastam cada vez mais dos PCs, a fatia da Microsoft tende a diminuir cada vez mais. “As pessoas usam smartphones para dar conta de várias tarefas diferentes daquelas que eram executadas nos PCs, e nesse aspecto o Linux domina o marcado de computação móvel. Seja com o Android, seja com outras distribuições Linux que são encontradas por aí”.

Rei supremo
Mas, no que se refere aos tablets, o iOS ainda reina supremo, o que pode ser um incômodo na vida de quem gosta de aplicativos baseados em código aberto.

“A Apple é o seu maior inimigo e seu maior colega quando o assunto é código-fonte aberto”, diz Zemlin. Segundo ele, a empresa mudou o entendimento acerca da computação móvel cliente, o que foi positivo para o Linux. “Apesar de a Apple usar muitos recursos oriundos do código livre, concordo com a ideia de seu sistema ainda ser fechado demais”, diz.

Torvalds começou o desenvolvimento do Kernel Linux em 1991, como alternativa aos sistemas Unix. De sua união com o GNU, criado por Richard Stallmann e a Fundação Software Livre, surgiu a base de muitos sistemas operacionais.

A data exata de surgimento do Linux é incerta. Para alguns, começou em 25 de agosto de 1991, quando Torvalds postou uma mensagem em que avisava estar criando um sistema operacional de código aberto. “É apenas um hobby. Não será tão grande quanto o GNU”, dizia na mensagem. Para outros, o aniversário do Linux é no dia 5 de outubro, quando o primeiro código Linux foi publicado.

Torvalds é hoje um funcionário da Fundação Linux e sua atribuição é aumentar a adesão e incentivar o desenvolvimento do sistema. Criada em setembro de 2007, em San Francisco, na Califórnia (EUA), a fundação conta com o apoio de importantes entidades, como IBM, Intel, Oracle, Cisco, Google, HP e dezenas de outras.

“Como vê, está todo mundo lá, com exceção da Microsoft”, diz Zemlin. “Recebemos contribuições de empresas e de pessoas físicas que acreditam no sistema e gostam de usá-lo”, completa.

Desafios
Apesar do tom bastante positivo, Zemlin concorda com a existência de vários desafios. Entre estes, questões de patente e incerteza jurídica impedem que sistemas abertos sejam adotados em larga escala. Acontece que tais circunstâncias não são exclusivas de sistemas livres, afirma.

“Nosso desafio do momento é esclarecer aos desenvolvedores de sistemas de que forma devem proceder ao compor produtos que estejam em acordo com as diretrizes de software aberto e como podem fazer isso usando o dinheiro de forma inteligente, sem perder a eficiência”, completa Zemlin.

É claro que permanecem questionamentos acerca do predomínio da Microsoft no mercado de sistemas desktop. Sobre isso, Zemlin diz que havia um monopólio que não permitia a participação de outras plataformas.

Para o criador do Gnome, Miguel de Icaza, o motivo é outro. “A Linux e os desenvolvedores parecem não querer unir forças em prol do benefício do usuário final em sistemas desktop”, argumenta.

Enquanto a Microsoft celebra 300 milhões de cópias do sistema Windows 7 comercializadas, Zemlin explica que a comunidade Linux não vai deixar se abater por isso.

“A verdade é que a atração principal ainda não subiu ao palco”, avisa Zemlin. “Os sistemas operacionais são parecidos com marés que vazam e baixam de forma muito lenta e gradual – parece uma era glacial. Leva algum tempo até as pessoas compreenderem que não mais precisam daquela indumentária tecnológica desktop e começarem a usar computadores de outras formas”.


(Jon Brodkin)
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
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Profissionais indispensáveis no time

Posted By solangecalvo

As tecnologias evoluem rapidamente e causam impacto direto na carreira dos profissionais de tecnologia da informação. As áreas de negócios passam a exigir alinhamento com as inovações. O cenário traz uma série de consequências: pressionados pelas expectativas, os gestores de TI precisam acertar na mosca em suas contratações. A equação é bem simples: se o departamento não contratar corretamente, não estará preparado para um futuro muito próximo.

Nos Estados Unidos, onde o futuro está ligeiramente mais próximo, os CIOs já experimentam significativas lacunas nas competências de suas equipes de trabalho. Uma pesquisa com 370 líderes de TI, realizada por um centro de pesquisas do Massachussets Institute of Technology (MIT), em parceria com a revista CIO dos Estados Unidos, mostrou que 44% dos líderes disseram que falta experiência em colaboração na empresa, sendo que somente 8% apontaram que colaboração é uma habilidade formal da corporação. Além disso, 27% dos pesquisados não observam em suas empresas habilidades para avaliação do uso de smartphones, tablets e outras novas tecnologias.

De acordo com o CIO da companhia de seguros norte-americana Guardian Life, Frank Wander, os líderes de TI sempre tiveram, como qualidade, o poder de antecipação das tecnologias necessárias e de montar equipes para atender às demandas, “mas hoje, o esforço necessário para isso deve ser redobrado. As mudanças são muito velozes”, avalia.

No Brasil, esse quadro não é diferente em segmentos nos quais inovação é vital, como o financeiro ou de telecomunicações. De acordo com Lucas Toledo, gerente da divisão de TI da Michael Page Brasil, os perfis mais procurados do mercado podem ganhar entre 12 mil reais, nas áreas mais operacionais, a 18 mil reais, para aqueles com mais responsabilidades no trato com os negócios da empresa.

Quem são eles?
O mercado se aproxima de um ponto em que as métricas de TI não serão mais baseadas na forma como os sistemas são elaborados ou passam por manutenção.

“Elas irão abranger no futuro a desenvoltura com a qual os funcionários usam os sistemas para realizar negócios, a velocidade e a qualidade das decisões baseadas em soluções tecnológicas e a receita que as novas tecnologias geraram”, afirma Jeanne Ross, diretora e líder de pesquisas do MIT.

Jeanne considera muito difícil prever com exatidão a composição ideal dos departamentos de TI do futuro e que ainda não há uma fórmula vencedora, mas diz que alguns sinais apontam para quatro papéis centrais de profissionais que serão fundamentais em todas as corporações e que contarão com excelentes
oportunidades: especialistas híbridos em TI e negócios; gestores de serviços, principalmente computação em nuvem; peritos em manipulação de dados e análises de informações e projetistas e desenvolvedores de aplicações, que promovam integração entre mídia social, colaboração e tecnologias móveis.

Contar com esse mix de profissionais não será essencial somente para a implementação de novos sistemas. De acordo com o estrategista de tecnologia da consultoria Accenture, Gary Curtis, eles serão os futuros líderes das corporações. As empresas que conseguirem equacionar bem as presenças desses profissionais terão claros diferenciais competitivos e os profissionais com tais características possuirão carreira altamente promissora.

Sintonia com as redes sociais
Para atrair novas receitas, as corporações terão de reconstruir a TI para atingir clientes totalmente alinhados com Twitter e Facebook, entre outras mídias de interação, troca de informações e colaboração, que compõem as redes sociais. “Para isso, vão precisar de profissionais que além de dominarem essas tecnologias, entendam de conformidade e sistemas empresarias como o ERP”, afirma Jeanne.

Os profissionais que têm essa visão são os que poderão reformular os sistemas núcleo da empresa e transformá-los em aplicações seguras e disponíveis a partir de qualquer lugar, sem que, para isso, seja necessário interromper o fluxo de negócios. Eles também serão capazes de elaborar maneiras mais adequadas de usar os conteúdos ou dados já existentes na corporação de forma mais lucrativa.

Segundo Toledo, da Michael Page, trata-se de um profissional muito difícil de ser encontrado, pois possui um conjunto de competências muito grande e complexo. Ele diz que nas áreas de negócios, os profissionais querem apertar botões e ter respostas instantâneas sobre questões que permeiam o seu dia a dia. Mas há a figura do desenvolvedor por trás, que entende profundamente os sistemas núcleo da corporação e de todas as disciplinas complexas, envolvidas nos processos de negócios, criando bibliotecas que vão ser a base dos sistemas.

O CIO da filial norte-americana da empresa automotiva Mazda, Jim DiMarzio, busca reorientar sua equipe, mudando o foco de profissionais já estabelecidos para tecnologias emergentes. Ajuda o fato de que a maioria dos profissionais da companhia já possui nível de pleno para sênior, além de a organização ter colocado boa parte das competências técnicas nas mãos de terceiros. ³Os funcionários internos são retrabalhados para modelar os projetos.Os terceiros preenchem as lacunas técnicas”, afirma.

Um dos exemplos de DiMarzio é o projeto de incorporar os telefones celulares nos sistemas do carro, com compartilhamento de informações por meio de sinais Bluetooth. Se o projeto acontecer e se mostrar viável, todos os intrincados códigos vão parar nas mãos de fábricas de softwares, mas os desenvolvedores internos vão projetar toda a arquitetura e o conjunto de inovações.

Em sua equipe, DiMarzio quer desenvolvedores de soluções móveis, não necessariamente com experiência na indústria automotiva. “Procuramos pessoas com boas ideias sobre como tirar vantagem das tecnologias móveis que já existem no mundo do varejo, já que varejistas são os pioneiros em adotar tecnologias antes focadas em consumidores, ligando-as aos seus sistemas legados”, completa.

Analista de negócios
TI alinhada aos objetivos de negócios. “A tendência criou um novo tipo de profissional híbrido, que sabe transitar facilmente entre funções de negócios e de tecnologia e é muito procurado dentro da empresa para a solução de problemas”, afirma o presidente da consultoria de formação de líderes de TI ICEX, Rick Swanborg, que também é professor na Boston University.

Para Curtis, da Accenture, profissionais híbridos são os mais indicados para fazer experimentações com os novos produtos do universo digital, incluindo a integração entre celulares e computadores dos carros que a Mazda busca. Na companhia automotiva, esses profissionais se reportam à área de TI, mas em muitas outras companhias isso não acontece.

Com o cenário, Swanborg prevê que os líderes de TI precisarão distribuir experiências entre unidades de negócios. Segundo ele, se no futuro não houver, nos diversos departamentos, alguém que entenda de tecnologia, como ela funciona e para que a empresa deve usá-la, esses departamentos perderão competitividade.

Para Toledo, no Brasil esse profissional costuma ser conhecido como analista de negócios e tem menos a ver com inovação e mais com aquele que entende tanto dos projetos de TI quanto dos de negócios, buscando atingir o tão desejado alinhamento entre tecnologia e negócios.

Descascador de abacaxis
Conhecido no Brasil como “descascador de abacaxis”, o gestor de fornecedores na área de TI ganhou extrema importância com as novas ofertas de computação em nuvem, software como serviço e outros tipos de atividades de TI terceirizadas. Hoje, os líderes de TI lidam com um grande rol de fornecedores e provedores de serviços, sendo que nenhum deles pode ter uma visão completa sobre o que a empresa quer alcançar em tecnologia.

Nesse ambiente, habilidade de negociação e experiência em relações pessoais são duas competências que podem ajudar a empresa a ganhar tempo e a economizar dinheiro. Mas o gestor de fornecedores também tem o papel de extrair mais criatividade e serviços úteis dos fornecedores. E isso requer um novo nível de relacionamento, além da abordagem comum que envolve camadas de serviços.

Segundo o vice-presidente e analista da Forrester Research, Mark Cecere, os gestores modernos tomam uma visão mais ampla, observado o desempenho combinado de todos os fornecedores. “Eles podem pedir aos fornecedores que trabalhem em conjunto para acelerar o tempo de resposta de aplicações, por exemplo, o que vai aprimorar a satisfação na empresa e gerar mais vendas.”

Jeanne acredita que a tendência é esses novos profissionais assumirem as responsabilidades também por experimentos estratégicos. A área de TI, por exemplo, teme grandes testes por receio de afetar o ambiente de produção. O gestor de fornecedores pode negociar testes em grandes fornecedores de computação em nuvem, em situações próximas da real, sem afetar em nada o desempenho dos sistemas operantes na empresa. E negociação é necessária para criar um ambiente ideal.

Segundo Swanborg, o “descascador de abacaxis” deve possuir, além de tudo, conhecimentos sobre legislação. Cecere diz que as habilidades de comunicação são essenciais. Competências persuasivas são críticas, porque o profissional terá de lidar também com desafios internos. “Ele precisa convencer os líderes de negócios a priorizar e se comprometer com o que a área de TI está produzindo para eles. Isso é muito difícil”, aponta.

O CIO da empresa de aluguel de carros Cars.com, William Swislow, está em busca de gestores de fornecedores de serviços. Segundo ele, uma das metas é reduzir a vulnerabilidade da empresa diante dos diversos fornecedores. “Precisamos de gestores fortes que se relacionem bem com os companheiros de empresa e não deixar a contratação desavisada de serviços cair em ambientes judiciais”, relata.

Experts em dados
Graças à web, às redes sem fio e à computação empresarial, a humanidade já gerou cerca de 295 exabytes de dados, de acordo com pesquisa publicada pelo renomado periódico Science, dos Estados Unidos. Mas as companhias não conseguem lidar com sequer um exabyte de dados, medida que equivale a 1 bilhão de gigabytes. Não dá para negar que se trata de um problema para as empresas resolverem.

Todas as organizações possuem profissionais que sabem configurar bancos de dados e planilhas de dados, com suas estruturas definidas. Mas hoje, a maior parte dos dados corporativos não está estruturada, distribuída em e-mails, vídeos, apresentações, mensagens instantâneas, imagens, diagramas, conversas em redes sociais etc. Eles podem estar dentro ou fora da corporação, complicando a já difícil tarefa do profissional responsável pelos dados.

O desafio duplo é gerenciar e interpretar os dados, algo que requer profissionais com conhecimentos profundos em projetos de sistemas de Business Intelligence (BI) e sistemas de análise de dados. São pessoas que precisam lutar com montanhas de informações que estão na empresa e nos sistemas de dados dos fornecedores, apoiando a criação de aplicações e ferramentas para extrair inteligência.

Segundo Toledo, esse profissional, no Brasil conhecido como DBA, hoje é muito solicitado para a extração de informações específicas dos bancos de dados, de acordo com necessidades de negócios. “Os melhores profissionais da área conseguem melhorar o desempenho da companhia, reduzir o custo operacional e a velocidade de resposta com que os sistemas atendem à área de negócios. É um perfil tão difícil de ser encontrado que grandes empresas já procuram gente fora do País para fazer isso”, conclui.

Quanto ganham os profissionais mais procurados?

De acordo com a Michael Page Brasil:DBA, até 12 mil reais (podendo chegar a 15 mil reais, se for o profissional de ponta no mercado),gestor de fornecedores e contratos, até 16 mil reais e desenvolvedor do núcleo dos sistemas, até 12 mil reais (pode chegar an18 mil reais no nível de desenvolvimento de arquitetura), e analista de negócios, até 18 mil reais.

*com colaboração de Kim S. Nash, da CIO – EUA


Article printed from Profissão: TI: http://computerworld.uol.com.br/blog/profissao-ti

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Embratel lança a primeira linha fixa livre de assinatura.

A Embratel está lançando o primeiro produto em parcerai com a Vésper, após a aquisição da empresa há cerca de um mês. Trata-se do Livre, uma linha fixa residencial sem assinatura básica, que custa ao consumidor somente o valor das ligações. O ob jet ivo é livrar os clientes residenciais do custo da assinatura mensal, além de ser uma alternativa competitiva às concessionárias de telefonia local. O Livre estará disponível a partir dos 17 estados cobertos pela Vésper (SP, RJ, ES, MG, RS, e todo o Nordeste e Norte).

O novo produto da Embratel inclui serviços especiais como secretária eletrônica, identificador de chamadas, chamada em espera. A instalação é rápida, e sem custos extras. Caso o usuário opte pelo pagamento em débito automático, ganha também 'conferência a três' e 'siga-me'.


Inicialmente, serão comercializados aparelhos das marcas LG (modelos SP110, LEI 1000 e LP 1000) e Nokia, que já podem ser encontrados em redes de varejo (Extra, Eletro, Casas Bahia, Casa & Vídeo, Ponto Frio, Magazine Luiza, Lojas Maia e Yamada, por exemplo).


Com o Livre, a Embratel entra definitivamente na telefonia fixa residencial, através de uma alternativa simples e barata, uma vez que a economia com o novo produto pode chegar a 60% em relação aos planos tradicionais de telefonia fixa, nos quais o cliente é obrigado a pagar a assinatura mensal. A tecnologia utilizada é a CDMA (Code Division Multiple Access), que permite o uso de aparelhos sem fio com recursos de última geração e com alcance restrito à área da residência onde estão instalados.


E agora OI/Telemar/?

Custo da ligação;
  • Fixo: R$ 0,07 p/ minuto
  • Celular: R$ 0,67 p/ minuto
Os interessados terão à disposição um call center com atendimento para o Livre pelo telefone 0800-721-2165 ou 4004-4021 ou ainda no site da Embratel pelo link www.embratel.com.br.

Isto é realmente uma boa noticia!!!

CANCELAMENTO DA TAXA TELEFÔNICA de:
R$ 40,37 (residencial) e R$ 56,08 (comercial)
Quando se trata do interesse da população, nada é divulgado!.


O BRASIL AGRADECE!


Não adianta a gente ficar só reclamando.

Devemos tomar alguma atitude.

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