Corretor gratuito com nova ortografia para Word 2003 – De Scripta

O Pablo Cardelino, conceituado tradutor de espanhol-português, lançou hoje um corretor gratuito para Word 2003, atualizado com a nova ortografia do Acordo Ortográfico:


“De Scripta Corretor é um modelo para MSWord concebido e desenvolvido para corrigir a ortografia de textos conforme às regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que vige desde 1º de janeiro de 2009.
De Scripta Corretor auxilia na revisão dos textos oferecendo a grafia atualizada das palavras. De Scripta Corretor possui uma pequena lista de palavras, o Dicionário da aplicação, destinada ao registro daqueles termos que necessitem ser sempre corrigidos da mesma forma. Mas, fora os termos do Dicionário, o De Scripta Corretor analisa todos os termos do texto a partir de regras ortográficas. Isto significa que mesmo que o usuário invente uma palavra, se ela estiver grafada com critérios da ortografia antiga o De Scripta Corretor oferecerá uma correção.
De Scripta Corretor ajuda e obedece o usuário. Como é um software que utiliza regras para a análise dos termos do texto, ele é capaz de identificar quais regras são aplicáveis em cada caso, e as mostra ao oferecer as correções, ajudando o usuário a aprendê-las. Porém, é o usuário quem tem sempre a última palavra: o De Scripta Corretoroferece as correções pertinentes, e o usuário pode aceitá-las ou não.
O usuário é livre para adicionar e editar os termos do Dicionário, assim como os prefixos considerados no uso do hífen e dos verbos terminados em -guar e -quar envolvidos nesta reforma.”
Aproveite essa ferramenta! Clique aqui para saber mais.


Fonte:
http://pribi.com.br

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8 perguntas antes de aderir ao fenômeno da Consumerização


Consumerização tem sido um ponto de pauta garantido nas últimas reuniões de TI. Apesar de amplamente discutido (veja algumas matérias no final deste artigo) o assunto ainda é fonte de controvérsias e os gestores de TI são os principais convidados para dar as respostas.
Como sabemos, consumerização é o movimento no qual as novas tendências tecnológicas surgem primeiramente no ambiente doméstico para depois invadir as corporações. Também pode ser entendida como o fluxo crescente de funcionários adotando os seus smartphones, tablets, notebooks e respectivos aplicativos pessoais para a execução de suas tarefas profissionais. Mas o que isso implica?
Veja algumas questões:
 Produtividade
Funcionários sentem-se mais satisfeitos quando usam seus dispositivos pessoais nas corporações. Além disso, ganham liberdade para agir mais rápido e com mais flexibilidade. O que fazer para potencializar isto a favor da produtividade?
 Segurança
Dispositivos domésticos podem ser a porta de entrada para invasões, vírus e outras ameaças. Outro risco está no fluxo e armazenamento das informações corporativas.
 Questões trabalhistas
Funcionários que utilizam seus dispositivos pessoais para atividades profissionais fora do horário comercial podem alegar que estão estendendo suas jornadas de trabalho?
 Responsabilidades
Como partilhar as responsabilidades pelos danos causados à empresa, ao funcionário, ao cliente ou a terceiros a partir do mau uso de dispositivos pessoais durante o exercício de atividades profissionais? Além disso, quem é responsável pelo serviço de suporte técnico a estes dispositivos?
 Retorno financeiro
Como quantificar o retorno sobre o investimento em controle, segurança e suporte para os dispositivos “consumerizados” se os benefícios da produtividade, colaboração, interação e satisfação dos funcionários são difíceis de mensurar?
 Governança
Não existe ainda framework de governança ou boas práticas de TI que contemplem a consumerização. As opiniões dos especialistas são generalistas e se limitam a orientações a respeito de condutas a serem adotadas.
Achar boas respostas pressupõe um esforço anterior de fazer boas perguntas. Algumas sugestões:
 1 – A empresa deve aderir ao fenômeno?
Todos somos levados rapidamente a responder “sim”. Porém, a resposta mais importante não é “sim” ou “não”, mas “porque”. É preciso compreender profundamente os motivos que levarão a empresa a suportar ou restringir o uso da tecnologia pessoal. Os melhores motivos são aqueles que estão em harmonia com os objetivos e a filosofia da corporação. Essa conclusão traçará mais facilmente o caminho para a adoção (ou não) da consumerização.
  2 – Quem deve decidir sobre a pergunta anterior?
Nem sempre o gestor de TI é o responsável pela decisão pois não se trata de um problema meramente técnico: há uma grande proximidade com a gestão do negócio. O gestor de TI, portanto, deve expor esta questão ao time de comando da empresa e explicar a sua amplitude.
 3 – Quais as oportunidades?
A consumerização pode gerar uma transformação na governança de TI. Por isso, é o momento de encontrar as oportunidades que ela pode se encaixar. Por exemplo: pode ser o argumento final para os investimento em “cloud computing” ou virtualização; pode ser o motivo que faltava para implantar ou revisar um Sistema de Gestão de Segurança da Informação; pode-se aumentar a mobilidade dos vendedores com a criação de um aplicativo para smartphone e tablet que insere e consulta, clientes e pedidos no ERP. Enfim, é preciso perceber como a consumerização poderá agregar valor ao negócio da empresa.
  4 – Quais são as regras?
Os especialistas parecem concordar que a melhor maneira de reduzir conflitos é estabelecer regras de uso entre a empresa e os funcionários. O gestor de TI pode ser responsabilizado por qualquer incidente ocasionado por falta de regras. Portanto, é preciso determinar: quais as medidas de segurança exigidas? Quais as condições de uso? Como manter a confidencialidade das informações? Quem presta o suporte técnico? Quem arca com os custos de segurança (antivírus, firewall etc.)? Qual o acordo, do ponto de vista de vínculo empregatício, no uso de dispositivos pessoais?
 5 – Quando mudar as regras?
Como se trata de um fenômeno novo, as consequências da consumerização podem ser consideradas como pouco previsíveis. A empresa deve, portanto, estar preparada para mudar ou ajustar as regras do jogo.
 6 – Quais os riscos?
Apesar de não adaptados à consumerização, os frameworks de segurança podem ser úteis para avaliar as vulnerabilidades com o uso de dispositivos e aplicativos pessoais. Porém, é preciso mapear e gerenciar os riscos, considerando os aspectos específicos de cada plataforma.
 7 – Qual o foco?
A consumerização não deve ser uma ação unilateral dos usuários interessados. A empresa deve buscar um acordo vislumbrando um objetivo comum que trate, não somente as questões de segurança, mas também melhorias nos resultados do negócio. Por isso, o melhor caminho é estabelecer regras a partir do foco no negócio e, se possível, com resultados mensuráveis.
 8 – Como monitorar e avaliar?
Não há experiências suficientes em qualquer lugar para apontar quais as melhores práticas para adoção (ou restrição) de dispositivos móveis nas empresas. Por isso, qualquer esforço de controle se baseia apenas em hipóteses que precisam ser ajustadas. Cada empresa deve encontrar o seu caminho para monitorar e avaliar os resultados da iniciativa, detereminando seus próprios indicadores e frequência de observações.
 Integrando os sistemas corporativos aos dispositivos pessoais
Se os colaboradores da empresa possuem dispositivos pessoais,  a empresa ganharia eficiência se eles pudessem utilizá-los para operar com os principais sistemas da empresa (ERP ou CRM)? Quais as soluções existentes para esta integração?
Estas são perguntas essenciais para saber como tirar o melhor proveito da onda da consumerização. A boa notícia é que já existem soluções para resolver e equacionar adequadamente essas questões.  E, seja qual for a solução adotada, não se deve esquecer que é necessário manter a compatibilidade com as diferentes plataformas (iPhone/iPad, Blackberry, Android), para garantir a flexibilidade da escolha do dispositivo de uso pessoal.
 Leia mais sobre Consumerização:
Joelson Gonçalves é Gerente de Contas da Heurística Consultoria e sua missão é aumentar a capacidade de desenvolvimento de software no país.
Fonte: Por Joelson Gonçalves (http://www.innovision.com.br/blog/)
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Cerâmica Carmelo Fior tem nova estrutura de segurança

Uma das maiores indústrias cerâmicas do país, a Carmelo Fior aprimorou sua estrutura de segurança da informação com o objetivo de suportar seu rápido processo de crescimento.  A empresa, que irá ampliar em mais de 35% sua capacidade produtiva até o final de 2011, investiu em novos appliances e nos serviços da BluePex. Como resultado, a Carmelo Fior obteve maior estabilidade na rede, aprimorou sua segurança contra ameaças e garantiu uma melhor produtividade de seus funcionários.
A necessidade da ampliação de sua estrutura de segurança da informação, que inclui servidores de E-mail, internet, firewall (UTM), antispam, e controle de Instant Messenger, ficou clara no momento em que a empresa definiu inaugurar duas novas unidades fabris, sendo uma em Cordeirópolis (SP), onde fica a sede da empresa, e outra no município de Nossa Senhora do Socorro,em Sergipe. Com as novas plantas, que serão inauguradas ainda em 2011, a empresa ampliará sua capacidade produtiva, e se posicionará entre as maiores cerâmicas do País.
“Anteriormente, contávamos com um único appliance da BluePex que centralizava a segurança de e-mails e navegação na internet. Em 2010, devido ao crescimento da empresa e a evolução tecnológica dos produtos da BluePex, optamos por contar com uma estrutura mais robusta, com appliances dedicados  para cada uma das necessidades”, diz Mikael Lautenschlager, coordenador de TI da Carmelo Fior.
Para ele, contar com uma rede segura e estável é essencial para que a indústria cerâmica mantenha suas operações em funcionamento. “Hoje, contamos com cerca de 120 pessoas internas e 150 vendedores externos que dependem da rede para acesso a dados importantes para as vendas e emissão de notas fiscais, entre outros processos. Com a ampliação de nossa estrutura, vem sendo possível garantir a estabilidade necessária para que a empresa cresça”, afirma.

Hoje, os vendedores da cerâmica acessam as informações que precisam para a venda remotamente por meio de smartphones, além de outras como agenda compartilhada e caixa de e-mails, que agora é totalmente utilizado via Web Access (o que gerou redução de custos com licenças do MS Outlook). Já os funcionários que atuam nas fábricas e escritórios administrativos conseguem sentir a diferença na estabilidade da rede graças ao balanceamento de links do UTM da BluePex, que permite que as duas fontes de internet disponíveis sejam usadas conjuntamente, melhorando a velocidade do acesso. Anteriormente, apenas uma delas era utilizada e a outra mantida como reserva.

A nova estrutura de segurança também será fundamental para a comunicação entre a matriz da empresa e as duas novas unidades. “Manteremos nosso centro de dados na matriz e os appliances serão responsáveis por fazer a conexão entre as unidades via internet com toda a segurança”, explica Lautenschlager. Para isso, a Carmelo Fior contará com a codificação das informações via VPN (Virtual Private Network), disponibilizado pelo UTM da BluePex.

Ele ressalta ainda que o modelo de serviços que vem sendo utilizado desde o começo do relacionamento com a BluePex, é o melhor caminho para garantir uma estrutura de segurança eficiente. “Além de não ter que contratar um profissional dedicado para atuar internamente, contamos com o serviço de um especialista em segurança, que é 100% focado e atualizado em relação às ameaças que surgem”, completa.

Fonte: Por Decision Report (http://www.decisionreport.com.br) 
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Dias vai de Asterisk com Shopnetworks


O Grupo Dias, conglomerado que atua na área de energia elétrica, água e esgoto, mineração e construção civil, migrou para uma solução de telefonia open source baseada em Asterisk.
Quem assina o projeto é a Shopnetworks, representante de produtos de telefonia e redes, em parceria com a norte-americana Redfone.
Na primeira etapa, o PBX da matriz da empresa foi migrado, utilizando dois servidores Asterisk com o equipamento Redfone foneBRIDGE, promovendo conectividade com a rede pública de telefonia.
Já na fase inicial, o resultado foi economia de custos e performance, levando a empresa a replicar a solução da sede para todos os escritórios.
“O projeto evoluiu melhor do que esperávamos e terminamos por migrar toda a nossa rede de voz para open source, sem nenhum problema registrado”, avalia o diretor de TI do Grupo Dias, Raul Godiano.
Hoje, a rede abrange 25 locações, com mais de 500 extensões, em uma rede homogênea, utilizando o Redfone foneBRIDGE2 como uma solução exclusiva para a conectividade E1 à rede pública de telefonia.
O Grupo Dias atua em seis estados do Brasil.
Fonte: Por Guilherme Neves (http://www.baguete.com.br)
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Google+, a grande aposta do Google no mundo das redes sociais

O Google está prestes a lançar uma nova rede social para tentar, finalmente, concorrer com o Facebook. Depois do Google Wave não emplacar e de ver o Facebook “roubar” usuários até do Orkut, até então a rede social mais popular do Brasil, o Google agora traz o Google+. Em uma tentativa desesperada de criar uma rede que seja tão atrativa e interativa como a de Mark Zuckerberg, o Google + foi anunciado na última terça feira, dia 28 de junho.

De acordo com Vic Gundotra, vice-presidente da área social do Google, a nova rede social se difere do Facebook principalmente por dividir o círculo social dos usuários em pequenos grupos. No Facebook, no Orkut e em outras redes, qualquer pessoa que você conheça é um amigo. Segundo Gundotra, a vida real não é assim. Você conhece as pessoas e algumas se tornam amigas outras apenas colegas ou conhecidos, e as redes sociais existentes não diferem isto.

A nova rede social Google+ terá ferramentas específicas para cada ação dos usuários. Nela, será possível compartilhar ações, fotos ou vídeos apenas com grupos específicos como família, amigos, colegas de faculdade ou de trabalho, por exemplo. Alguma das ferramentas foram reveladas ontem, como o Sparks, que procura por assuntos que possam ser de interesse do usuário e ainda sugere pessoas que tem interesse no mesmo tema. O Hangouts, possibilita encontros inesperados com amigos, como acontece na vida real. Além disso, as conversas podem ser feitas através de vídeos, recurso que não existe no Facebook. O Huddle, onde o usuário pode falar com mais de um amigo de um círculo em um chat simples em que todos aparecem na mesma página, diferente também do que o Facebook oferece. E talvez o mais interessante recurso do Google+, o Instant Upload, onde é possível fazer o upload das fotos de um celular diretamente para a rede social e ainda compartilhá-lo apenas com um grupo específico. Por exemplo, você tira as fotos de uma festa em família, publica elas na rede social e somente as pessoas da sua família poderão vê-las.

O Google+ ainda não tem previsão para ser lançado. Porém, segundo o próprio Google, existe um pequeno grupo de usuários testando a rede social. Mesmo sem a previsão, quem quiser pode solicitar um convite para ingressar na rede assim que for lançada. Para isso basta acessar: https://plus.google.com

Fonte: Google Apps

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PaloSanto Solutions faz uma doação para projetos!!!


PaloSanto Solutions faz uma doação para projetos relacionados ao Elastix. Esta nova iniciativa conhecida como Fundo Digital ELX10K oferece a oportunidade para desenvolvedores e utilizadores de apresentar novos projectos, melhoria de funcionalidade, documentação e etc.

As possibilidades estão abertas para apresentação de propostas, podem ser apresentadas quaisquer projetos que os utilizadores gostariam de ver desenvolvidas no Elastix, a partir de pequenos acessórios para grandes inovações.

Na primeira etapa deste processo serão publicados e formam a base da recepção de ideias e projetos. A segunda fase corresponde à escolha das propostas.

PaloSanto Solutions da a cada projeto de uma doação inicial ou "sementes" e a partir daí a comunidade deve contribuir com doações para complementar os orçamentos de vários projetos.

Os projetos publicados tem um medidor de porcentagem de doações feitas, o projeto será concedido quando os valores atingiram 100% do total estimado.

O objetivo principal do Fundo ELX10K Digital é dar vida a muitas das ideias com a comunidade e os desenvolvedores que precisam de financiamento para começar.

Nos próximos dias iremos publicar os termos e condições de participação e também as propostas serão receptivos.
Fiquem atentos.

Elastix: http://www.elastix.org/es/inicio/594-ELX10K%20Digital%20Fund.html

Fonte: www.elastix.org & Anderson Gouveia - Smart Solutions Telecom.
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Aviso importante!

Não realizamos upload dos ficheiros, apenas reportamos os links que encontramos na própria Internet. Assim, toda e qualquer responsabilidade não caberá ao administrador deste blog. Este blog não tem como objetivo reproduzir as obras, apenas divulgar o que foi encontrado na Internet. Os filmes aqui informados são de cunho científico assim como as séries, as quais são produzidas para exibição em TV aberta. Uma vez que a série não tenha sido ripada de um DVD, ou seja, a mesma foi gravada do sinal de TV aberta com o respectivo selo da emissora. Não é caracterizado crime, pois a mesma foi produzida para exibição pública. Será crime quando for realizado venda desta série ou filme. Quem efetuar download de qualquer ficheiro deste blog, que não tenha seu conteúdo de base Open Source (Código Aberto), ou FOSS (Free Open Source Software), deverá estar ciente que terá 24 horas para eliminar os ficheiros que baixou. Após assistir e gostar do filme ou série, adquira o original via lojas especializadas. Se algo contido no blog lhe causa dano ou prejuízo, entre em contato que iremos retirar o ficheiro ou post o mais rápido possível. Se encontrou algum post que considere de sua autoria, favor enviar e-mail para suporte@delphini.com.br informando o post e comprovando sua veracidade. Muito obrigado a todos que fizeram deste blog um sucesso.

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